Erika Kokay e o caso do agricultor morto após depor contra ela.

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Erika Kokay: Uma semana depois que o agricultor Gilmar Borges depôs na CPI do Incra-Funai em 2017 e denunciar nominalmente a deputada de tê-lo pressionado para que deixasse a propriedade rural da qual era arrendatário há mais de 20 anos, ele foi brutalmente assassinado.

Dentro do imóvel, o produtor rural foi surpreendido por golpes de pauladas que o levaram a morte.

Em seu depoimento prestado na CPI, Gilmar afirmou categoricamente que a deputada dirigia-se aos órgãos e utilizava o tráfico de influência no sentido de pressioná-lo para que cedesse parte da propriedade para o MST.

Erika Kokay nega que tenha feito qualquer tipo de pressão.

Apareceu na investigação o nome do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), mas ele nega.

Gilmar era arrendatário de 247 hectares no Gama (DF) e,  após a terra ser invadida sua vida virou um verdadeiro inferno, até ser executado aos 78 anos.

O crime aconteceu em agosto de 2017 e até hoje a polícia não conseguiu chegar aos criminosos, entretanto parece óbvio o envolvimento de elementos ligados ao MST.

OUÇA O DEPOIMENTO DO PRODUTOR GILMAR BORGES, MORTO UMA SEMANA APÓS PRESTAR DEPOIMENTO NA CPI DA FUNAI E DENUNCIAR O “TRÁFICO DE INFLUÊNCIA” DA DEPUTADA DO PT ÉRIKA KOKAY.

Ouça o Depoimento do Produtor Rural Gilmar Borges, morto 2 sem…

MORTE de produtor rural que denunciou a Deputada do PT Érika Kokay continua negligenciada!!!OUÇA O DEPOIMENTO DO PRODUTOR GILMAR BORGES, MORTO UMA SEMANA APÓS PRESTAR DEPOIMENTO NA CPI DA FUNAI E DENUNCIAR O "TRÁFICO DE INFLUÊNCIA" DA DEPUTADA DO PT ÉRIKA KOKAY.A CPI da Funai e do Incra, cuja prorrogação foi negada pelo presidente da Câmara, a pedido do PT, deixará de investigar, entre outros crimes, a morte do produtor rural Gilmar Borges, nas cercanias de Brasília. Gilmar era arrendatário de 247 hectares no Gama (DF) havia 40 anos, mas a terra foi invadida pelo MST e sua vida virou um inferno, até ser executado aos 78 anos, dias após depor na CPI. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O relatório sobre o caso Gilmar cita a deputada Érika Kokay (PT-DF), que apoiou a invasão do MST, por isso ganhou o carimbo “reservado”. Gilmar contou à CPI que era ameaçado pelo MST e os invasores se reportavam a Érika Kokay, que estaria “por trás” das invasões. Apareceu na investigação o nome do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), mas ele nega. Acha até que se trata de homônimo. Procurada, a deputada petista Érika Kokay não respondeu aos questionamentos da coluna, nem mesmo por sua assessoria.

Posted by Censuranuncamais on Thursday, September 15, 2016

Isso foi em agosto de 2017, mas foi muito bem abafado, pois quase ninguém soube ou sabe. A deputada é “ungida” e protegida pelos meios de comunicação. Afinal, é uma pessoa acima de qualquer suspeita, pra queimar o filme dela e levantar dúvidas? Melhor deixar quieto… Onde tem envolvimento da esquerda, sempre tem morte de inocente e trabalhador.

A CPI da Funai e do Incra, cuja prorrogação foi negada pelo presidente da Câmara, a pedido do PT, deixará de investigar, entre outros crimes, a morte do produtor rural Gilmar Borges, nas cercanias de Brasília.
A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

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