Ex-ministra da Mulher no governo Bolsonaro critica ausência de repúdio após ataque verbal à vereadora durante debate sobre valores cristãos e afirma que “defender mulheres de verdade é proteger todas, sem olhar posição política”.
Ex-ministra da Mulher no governo Bolsonaro critica ausência de repúdio após ataque verbal à vereadora durante debate sobre valores cristãos e afirma que “defender mulheres de verdade é proteger todas, sem olhar posição política”.
A ex-ministra da Mulher no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Cristiane Britto, manifestou solidariedade pública à vereadora Eduarda Campobiano após o episódio ocorrido durante participação no programa RedCast. Segundo Cristiane, o caso expõe uma seletividade preocupante de setores que afirmam defender as mulheres, mas que, segundo ela, permanecem em silêncio quando a vítima é cristã, conservadora e de direita.
Durante o debate, que abordava temas ligados aos valores cristãos e ao casamento tradicional, Eduarda Campobiano — conhecida carinhosamente como “Duda” — teria sido alvo de um comentário de cunho sexual explícito feito por uma participante identificada por Cristiane Britto como ligada à militância de esquerda. O episódio provocou indignação entre apoiadores da vereadora e levantou discussões sobre respeito, intolerância ideológica e violência verbal contra mulheres conservadoras.
Cristiane Britto destacou que a reação após o ocorrido chamou ainda mais atenção do que a própria agressão verbal. Para ela, houve um silêncio ensurdecedor de organizações e movimentos que normalmente se posicionam em defesa das mulheres.
“Imagine se fosse um homem dizendo aquelas palavras contra uma mulher em rede pública. Certamente haveria cancelamento imediato, manchetes nacionais e notas de repúdio. Mas, quando a vítima é cristã, conservadora e de direita, muitos simplesmente escolhem se calar”, afirmou.
A ex-ministra também elogiou a postura firme de Eduarda Campobiano ao decidir recorrer à Justiça. “Que a Justiça faça aquilo que parte da militância se recusou a fazer: reconhecer a gravidade da agressão e defender uma mulher que foi humilhada publicamente”, declarou.
Reconhecida por sua atuação em defesa das mulheres e da família durante sua passagem pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, Cristiane Britto reforçou que a proteção às mulheres não pode depender de posição ideológica ou alinhamento político.
“Sou Cristiane Britto, ministra da Mulher no governo Bolsonaro, período em que aprovamos o maior número de leis de proteção às mulheres da história do Brasil. E fizemos isso sem perguntar em quem a vítima votava, qual era sua religião ou sua posição política. Defender mulheres de verdade é proteger todas elas”, concluiu.
Pré-candidata a deputada federal pelo Distrito Federal, Cristiane Britto vem consolidando seu nome entre lideranças conservadoras do DF, destacando-se pelo discurso firme em defesa da família, da liberdade religiosa e dos direitos das mulheres, além de manter forte identificação com pautas cristãs e sociais.
Da Redação


