Cachorro morre após voo Rio-SP, e dona culpa a companhia aérea

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A estudante Gabriela Duque Rasseli, de 24 anos, cobrou a companhia aérea Latam por possíveis maus-tratos contra seu cachorro de estimação, durante um voo entre São Paulo e Rio de Janeiro, na última terça-feira (14). Segundo ela, o animal morreu depois de passar algumas horas aos cuidados da empresa.

Em uma publicação nas redes sociais, Gabriela disse que o cachorro teria ficado no calor e foi entregue para ela “quase morto”.

“Infelizmente estou aqui hoje para falar de uma coisa horrível. A Latam Airlines assassinou meu cachorro. Eu não tive oportunidade de conhecê-lo. Na primeira foto é como ele chegou para mim, quase morto, na segunda foto era ele antes de embarcar no voo LA 3842 dia 14/09. Meu cachorro chegou no aeroporto do Galeão às 13h53 e só me entregaram ele às 15h30. Deixaram meu cachorro no calor, quando ele chegou pra mim ele já estava quase morto!!!!! Eu e minha família estamos devastados. Não tem nada que alivie nossos corações. A gente só quer justiça!!!!! Latam precisa ser responsabilizada! SP x Rio de Janeiro. O meu cachorro não resistiu e faleceu!!!”, relatou Gabriela.

Em outra postagem no Instagram, a jovem informou que a empresa só entrou em contato com ela depois de ser cobrada nas redes sociais. No post feito por Gabriela, há três dias, mais de 534 mil pessoas interagiram com a publicação. Ao todo, mais de 54 mil internautas deixaram comentários, a maioria reclamando da postura da empresa.

O que diz a Latam

Em nota, a Latam informou que segue todos os procedimentos de aceitação e transporte de animais e prometeu oferecer a assistência necessária. Confira a nota na íntegra:

“Nós da LATAM nos sensibilizamos muito com o que aconteceu e estamos em contato com a cliente Gabriela desde o desembargue do animal. A companhia reitera que a segurança é um valor inegociável, reforçando que se solidariza com a tristeza vivida pela cliente e que fará tudo que está ao seu alcance para oferecer a assistência necessária neste momento.

A empresa esclarece ainda que seguiu todos os procedimentos de aceitação e transporte do pet, que atendem rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais”.

Fonte: G1.

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